Domingo, 6 de Junho de 2010

... A ARANHA GENOVEVA ...

Algures num jardim público, na cidade…

Em qualquer bairro de qualquer cidade, há sempre um qualquer jardim público, onde as pessoas vão para correr, passear, apreciar a natureza ou, simplesmente, sentar num banco a descansar e a apanhar o sol tão benéfico para a saúde. Pois o jardim desta nossa história é igual a qualquer um.

Há campos de relva onde as crianças e os adultos podem jogar à bola, ou outros jogos ou, estarem só a apreciar o sol e a brisa. Aqui e ali há fontes de água com repuxos, muito agradáveis à vista, pois dá um ar de frescura ao ambiente. Há um parque infantil com os habituais baloiços, balancés, escorregas e que fazem as delícias dos mais pequenitos.

Mais à frente um ringue de patinagem para que os mais afoitos aprendam a patinar. Uma esplanada também alegra o ambiente com os chapéus de sol garridos, com os refrescos e gelados no verão e bebidas quentes no inverno. Bancos por todo o lado convidam a um pouco de descanso. Árvores, arbustos e flores em canteiros ou, a esmo, alegram o jardim público de qualquer cidade em qualquer bairro. Pois foi num arbusto florido e muito verdinho do nosso jardim que a aranha Genoveva, construiu a sua casa, ou seja, a sua teia. Linda com gotículas de água aqui e ali, restos do orvalho da noite e com desenhos geométricos.

Assim são as teias das aranhas, uma verdadeira obra da natureza. Como é possível eu um bichinho pequeno possa ter a habilidade de fazer uma teia tão bonita e tão funcional para a sua alimentação, pois é através daqueles fios fininhos, mas pegajosos, que as aranhas conseguem apanhar moscas, mosquitos e outros insectos.

Nos seus momentos de descanso, a nossa aranha Genoveva aproveitava para espreitar o movimento do jardim. Adorava ver as crianças a brincarem no escorrega, nos baloiços e balancés, a rebolarem na relva ou a jogar qualquer jogo, com os seus risos e gritinhos. Depois vê-los deliciados a comer gelados, sentados numa mesa da esplanada acompanhados pelos papás ou vovós.

Vislumbrava ao longe os passarinhos a chilrearem nas árvores frondosas, mesmo por cima de bancos onde as pessoas se sentavam. Havia também, os cães a saltarem felizes da vida, com a natureza à volta. Portanto, a aranha depois de uma refeição de mosca apetitosa passava horas a fio a apreciar tudo o que se passava á sua volta e sentia-se a aranha mais feliz do jardim, por viver num ambiente tão puro e agradável. O vento ao tocar de mansinho na sua teia, era como música suave que embalava e encantava. Os raios de sol que espreitavam pelos ramos do arbusto - sua casa – eram deliciosos e faziam brilhar os fios da teia.

Tudo era maravilhoso e a aranha Genoveva respirava o ambiente cada vez mais satisfeita pela escolha daquele jardim e daquele arbusto que lhe servia de casa e sorria, sorria feliz!!!

publicado por tiaGracinha às 20:23
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