Terça-feira, 15 de Junho de 2010

... Elefante Sansão ...

Algures na Índia…

 

Na Índia, numa região madeireira, cheia de árvores enormes, que depois de derrubadas, os seus troncos são levados em grandes barcaças pelos rios, para diversas partes do mundo, para serem utilizados pelo homem moderno.

Quem faz este serviço pesado de derrube e transporte até às barcaças, são elefantes, com toda a sua força bruta.

Pois, esta história é sobre um destes elefantes escravos.

 

É o elefante Sansão.

Vivia escravo e acorrentado.

 

Todo o dia, o Sansão derrubava árvores enormes e transportava os respectivos troncos, ao som do chicote e dos gritos do seu dono, que o obrigava a trabalhar horas a fio, sem descanso e debaixo de sol ou chuva.

Nem para dormir, à noite, lhe tiravam as correntes que o prendiam.

O Sansão com o seu feitio calmo de elefante, comia as suas ervas, ramos e raízes e dormia, pensando que, no dia seguinte, o esperava mais trabalho, mais chicotadas e mais gritos.

 

Que infeliz era o Sansão!

Não podia constituir a sua família, pois que, desde pequeno, era propriedade daquele senhor.

Não podia conviver com os outros elefantes do seu grupo de trabalho, porque os diversos donos não deixavam.

Passava um ano e mais outro e a sua triste vida era sempre a mesma.

 

O Domingo era o dia mais alegre para o Sansão, pois tinha licença de se banhar na água do rio.

Os elefantes adoram tomar banho e rebolarem-se na lama, que atiram para cima do se dorso com a sua longa tromba.

O Sansão tinha uns olhos meigos e era dócil de natureza o que lhe granjeava elogios dos outros senhores, mas desagradava ao seu próprio dono, que só via nele a sua ferramenta de trabalho, exigindo cada vez mais dele.

Era uma tristeza!

 

Num dia de manhã, em que os trabalhos de derrube das árvores continuavam a encher de ruídos aquele pedaço de floresta, ouviram-se uns gritos aflitivos.

 

O que tinha acontecido?

Uma árvore de grande porte, ao ser derrubada, os seus ramos e troncos, apanharam um homem que ficou preso debaixo.

Houve um grande rebuliço; os elefantes ficaram nervosos e assustados, mas o Sansão deu conta que o homem que estava preso debaixo de todos aqueles ramos e troncos, era o seu dono.

Não pensou duas vezes e com toda a sua força, começou a tirar os troncos enormes, para que o homem pudesse ser salvo. Depois de muito esforço, o Sansão conseguiu libertar o seu dono e este pôde ser levado para o hospital para ser tratado.

 

Depois de refeito do susto e já melhor dos ferimentos, o homem regressou ao trabalho, só que, desta vez, retirou as correntes ao seu leal amigo Sansão.

 

Daí em diante, começou a tratá-lo com dignidade e respeito, que todos os animais merecem, para terem uma vida mais feliz.

O Sansão continuou sempre a trabalhar, mas agora, fazia-o mais livre e recebia carinho do seu dono, que se arrependeu de o ter tratado tão mal, todos aqueles anos.

 

 

 

 

publicado por tiaGracinha às 19:27
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... O Leão Curica ...

Algures na savana…

Era o fim da tarde! O sol preguiçoso já se preparava para dormir, mas ainda tingia o céu de uma cor avermelhada lindíssima. Toda a natureza também se aquietava dos barulhos diurnos e começava a ouvir os barulhos da noite que se aproximava. Há animais que só saem do torpor do dia longo e quente, à noite, para caçar.

Durante o dia, ou estão nas suas tocas, ou deitados à sombra das árvores e arbustos que lhes proporcionam um pouco de frescura. O calor de África é forte, o sol queima a valer e os animais têm que se proteger um pouco dele. Assim acontecendo também com o rei da selva e a sua família que, calmamente, esperavam a noite.

O filhote desta família, chama-se “Curica”, nome escolhido pela mãe leoa, que quando vai caçar, deixa-o entregue aos cuidados do pai leão. São uma família feliz e os papás leoninos só têm olhos para o filhote. Tratam-no com muito mimo. O Curica foi crescendo livre de qualquer tarefa, a mãe caçava e, portanto, tinha sempre que comer, não se preocupando com nada.

É errado, pois o Curica não estava preparado para qualquer contrariedade que surgisse no seu mundo animal, onde há muitos perigos, até em cada pezinho de capim. O tempo foi passando e o nosso Curica transformou-se num belo leão. Grande, possante, com uma juba lindíssima. Era o orgulho dos pais! Mas o que ele tinha de bonito, tinha de soberbo, arrogante e vaidoso.

Não ligava aos outros animais, amigos dos seus pais, sempre empertigado, soltando os urros de leão, para mostrar a sua superioridade aos outros. Tratava os pais com desprezo, dizendo que já eram velhos mas, entretanto, vivia à custa deles, pois nem sabia caçar e só se alimentava quando os pais caçavam para ele.

Dizia para si mesmo: ”eu sou o maior, o mais bonito, o rei da selva e todos os outros animais me devem respeito. Eu sou superior a todos”!!!... Enfim! Era de uma vaidade irritante. Ninguém, naquele recanto, gostava dele. Os pais viviam tristes e a pensar o que seria do filho quando eles morressem.

Um dia o pai leão já velhote, apanhou uma infecção numa pata e sem que alguém pudesse tratá-lo, morreu ao fim de uma semana. A mãe leoa, viu-se sozinha e sem o seu companheiro de toda uma vida. Ficou de tal maneira triste, que começou a definhar, até que numa madrugada cacimbada, também morreu.

 

O Curica ficou só. E agora? Quem irá caçar por ele? Não podia contar com nenhum animal naquele recanto, pois toda a vida os tinha tratado tão mal. Resolveu procurar outro sítio para viver, só que, também aí, não encontrou ninguém que o ajudasse.

Então o Curica pensou: “bem…tenho que aprender a caçar, senão morro à fome… mas que maçada”!.

Um dia mais tarde, viu um grupo de leoas atrás de uma gazela, numa grande corrida e quis fazer o mesmo. Só que, sem prática, tropeçou numa pedra, caiu e, ao mesmo tempo, conseguiu afugentar a presa. As leoas voltaram a atenção para aquele intruso que lhes tinha roubado a refeição desse dia e deram-lhe uma valente tareia.

O Curica todo ensanguentado pelas muitas mordidas das leoas, sozinho, escondido de todos, chorou amargamente a sua sorte.

Entretanto, ouviu uma vozinha de um rato a chamá-lo e a dizer-lhe que tivesse coragem para enfrentar o seu infortúnio e que aprendesse a defender-se e a procurar, ele próprio, a sua refeição.

O leão Curica olhou para aquele animal tão pequeno e insignificante, mas que lhe tinha dado uma grande lição de vida. Ficou arrependido por tudo que de errado tinha feito na vida e prometeu a si mesmo emendar-se. Tornar-se modesto e humilde e encarar todos os outros animais como  seres semelhantes a ele.

 

 

publicado por tiaGracinha às 18:48
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Domingo, 6 de Junho de 2010

... A ARANHA GENOVEVA ...

Algures num jardim público, na cidade…

Em qualquer bairro de qualquer cidade, há sempre um qualquer jardim público, onde as pessoas vão para correr, passear, apreciar a natureza ou, simplesmente, sentar num banco a descansar e a apanhar o sol tão benéfico para a saúde. Pois o jardim desta nossa história é igual a qualquer um.

Há campos de relva onde as crianças e os adultos podem jogar à bola, ou outros jogos ou, estarem só a apreciar o sol e a brisa. Aqui e ali há fontes de água com repuxos, muito agradáveis à vista, pois dá um ar de frescura ao ambiente. Há um parque infantil com os habituais baloiços, balancés, escorregas e que fazem as delícias dos mais pequenitos.

Mais à frente um ringue de patinagem para que os mais afoitos aprendam a patinar. Uma esplanada também alegra o ambiente com os chapéus de sol garridos, com os refrescos e gelados no verão e bebidas quentes no inverno. Bancos por todo o lado convidam a um pouco de descanso. Árvores, arbustos e flores em canteiros ou, a esmo, alegram o jardim público de qualquer cidade em qualquer bairro. Pois foi num arbusto florido e muito verdinho do nosso jardim que a aranha Genoveva, construiu a sua casa, ou seja, a sua teia. Linda com gotículas de água aqui e ali, restos do orvalho da noite e com desenhos geométricos.

Assim são as teias das aranhas, uma verdadeira obra da natureza. Como é possível eu um bichinho pequeno possa ter a habilidade de fazer uma teia tão bonita e tão funcional para a sua alimentação, pois é através daqueles fios fininhos, mas pegajosos, que as aranhas conseguem apanhar moscas, mosquitos e outros insectos.

Nos seus momentos de descanso, a nossa aranha Genoveva aproveitava para espreitar o movimento do jardim. Adorava ver as crianças a brincarem no escorrega, nos baloiços e balancés, a rebolarem na relva ou a jogar qualquer jogo, com os seus risos e gritinhos. Depois vê-los deliciados a comer gelados, sentados numa mesa da esplanada acompanhados pelos papás ou vovós.

Vislumbrava ao longe os passarinhos a chilrearem nas árvores frondosas, mesmo por cima de bancos onde as pessoas se sentavam. Havia também, os cães a saltarem felizes da vida, com a natureza à volta. Portanto, a aranha depois de uma refeição de mosca apetitosa passava horas a fio a apreciar tudo o que se passava á sua volta e sentia-se a aranha mais feliz do jardim, por viver num ambiente tão puro e agradável. O vento ao tocar de mansinho na sua teia, era como música suave que embalava e encantava. Os raios de sol que espreitavam pelos ramos do arbusto - sua casa – eram deliciosos e faziam brilhar os fios da teia.

Tudo era maravilhoso e a aranha Genoveva respirava o ambiente cada vez mais satisfeita pela escolha daquele jardim e daquele arbusto que lhe servia de casa e sorria, sorria feliz!!!

publicado por tiaGracinha às 20:23
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... A FORMIGUINHA SONHADORA ...

Algures num formigueiro…

Num fim de tarde, com o sol já a espreitar nas nuvens para adormecer, um carreirinho de formigas com os seus corpinhos e perninhas pretas, apressavam-se para chegar ao formigueiro antes da noite chegar. Levavam uma borboleta morta que tinham apanhado na orla do bosque. Mais adiante, lá estava o formigueiro…e respiraram de alívio qundo lá chegaram e depositaram a carga!

Cansadas e ansiosas pelos seus casulos para dormirem e repousarem os seus corpinhos frágeis e fatigados, lá foram procurando cada uma o seu casulo. No minuto seguinte de se deitarem já estavam todas a dormirem…

A formiguinha Rosinha, a mais linda daquele grupo também adormeceu! Naquela noite sonhou, sonhou…que era uma borboleta linda, com asas de mil cores e desenhos. Sonhou que estava voando por cima de árvores lindas do bosque. Frondosas, com folhas de diversas tonalidades de verde e os troncos esguios.

Viam-se, ao seu redor, imensos pássaros, uns a voar, outros a descansarem nos ramos das árvores e outros ainda a espreitarem dos seus ninhos, a chilrear numa cantiga harmoniosa. O sol alto, inundava a terra de luz, enchendo aquele pedacinho de mil tonalidades de cores e até as ervas rasteiras aprumavam mais os seus caules para melhor receberem o banho de luz. Um pouco mais longe, via-se o riacho de um azul celeste salpicado de tons dourados e com alguns nenúfares com flores de vários tons que espreitavam através das grandes folhas verdes que boiavam na água.

Nas pedras que ladeavam o riacho, podia-se ver sapos pintalgados, a apanharem tranquilamente os raios de sol. As libelinhas voavam felizes, pisando de nenúfar em nenúfar, mais parecendo pequeninos helicópteros. Aqui e ali, as abelhas, de volta das flores, sugando o seu néctar. Nas árvores próximas cantares de vários pássaros, enchiam o ar de alegria e a borboleta voava, voava, cada vez mais encantada com tudo o que a rodeava. Ficou deslumbrada com o recorte, ao longe, das montanhas, que beijavam as nuvens, em secreto murmúrio.

Mas algo era mais delicioso, era o vento! Um vento calmo, mas fresquinho, que tocava ao de leve nos ramos das árvores e mais parecia música. As penas das aves, com o vento suave, ficavam mais soltas. Todos os pássaros cantavam mais alto e com mais melodia. Era uma explosão de cores, aromas e sons e toda a natureza estava em festa. A borboleta voava feliz e batia as asas com mais força quando se cruzava com outra companheira. E que cores tão lindas têm as asas das borboletas!

Do campo vinha o cheiro da relva de um verde lindíssimo e mil sons de bichinhos rastejantes que cantavam todo o dia. As flores, até as mais pequeninas, riam e abriam mais as suas pétalas, que abanavam com o vento que as acariciava. Nisto, a formiguinha Rosinha acordou meio atordoada, abriu os olhos e verificou que tudo tinha sido um sonho! Mas tão lindo que a encheu de alegria. Depressa se levantou do seu casulo e, de novo, com as outras companheiras, saiu do formigueiro e recomeçou a sua labuta diária.

Mas, nesse dia, sentia-se mais livre, com asas…

e recordava todo o seu sonho e pensava que bom seria se as formiguinhas pudessem ter asas e voar, voar, voar…

publicado por tiaGracinha às 20:21
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... O RATO DA CIDADE ...

Algures na cidade…

O rato Pimpão era um rato da cidade, pois então. Morava num bairro de vivendas, no centro da cidade barulhenta e, embora a sua casa, o seu buraquinho fosse na cave, ouvia todos os barulhos muito interessantes.

Os autocarros ao passarem na rua chiavam e faziam um som estridente dos travões. Os automóveis eram um vaivém constante, mais acentuado de manhã e ao fim do dia. Dos quintais de outras vivendas ouvia-se o ladrar dos cães, que não deixavam ninguém aproximar-se dos portões, sem que ladrassem até se cansarem.

Em frente à casa, havia uma escola primária e vinha de lá o sussurro de vozes infantis, gritos e risadas nos intervalos das aulas. Era agradável porque eram crianças a manifestar a sua presença mas incomodava o nosso pimpão e ele só pensava que precisava de sair dali e ir para o campo descansar do burburinho da cidade.

Tinha uma primo chamado Basílio eu vivia no campo e que de vez em quando o visitava e estava sempre ansioso por voltar para casa, pois não se dava bem com os barulhos da cidade. Ficaria à espera da visita dele e logo lhe perguntaria se podia ir viver com ele para o campo. E isso aconteceu.

Numa manhã de um Sábado primaveril, apareceu o Basílio, o primo desejado, que mais uma vez o vinha visitar e passar o fim-de-semana. Abraçaram-se como sempre e puseram-se na conversa, sempre interrompidos pelos barulhos da rua. Foi então que o Pimpão perguntou ao Basílio se podia ir com ele para o campo para o buraquinho dele.

O primo ficou satisfeito com esta vontade e logo combinaram, abalarem, mal acabasse o fim-de-semana. O rato Pimpão arranjou uma pequena trouxa para a viagem, não se esquecendo de ir à despensa buscar aquele queijo delicioso que lá existia sempre e na Segunda-Feira, logo muito cedo, lá foram os dois para o campo.

O Pimpão, antes de ir, olhou para trás uma vez para se despedir da única casa que tivera na sua vida. Mas ia aliviado, contente, feliz, porque poderia dormir as suas sonecas em paz, não apanharia sustos com o chiar dos travões e o ladrar dos cães, nem com o barulho das crianças. Correram pelos campos fora, inudados de um sol primaveril e o ar era leve, puro! O Pimpão estava deslumbrado com tanta verdura, tantas árvores e tantos cheiros novos.

Quando chegaram a uma clareira, já muito longe dos muros da cidade, o Basílio dirigiu-se para o tronco de uma árvore e disse ao primo que ali era a sua casa. Entraram e como estavam muito cansados da viagem, principalmente, o Pimpão, que não estava habituado a andar tanto, logo se deitaram e adormeceram de imediato. Na manhã seguinte, quando o Pimpão abriu os olhos, apanhou um grande susto por estar num sítio desconhecido, mas depressa se lembrou que estava no campo, na casa do primo Basílio.

Este, assim que viu o primo acordado, disse-lhe: “Anda, vem conhecer o meu mundo, vais gostar! Vou ensinar-te a apanhar uns bichinhos, porque aqui tem que ser assim, senão passas fome”. Lá foram os dois primos pelo campo fora e o Basílio sempre atento aos sons que os rodeava e, ao mesmo tempo, mostrando todos os recantos a primo citadino.

O Pimpão embora ainda estranho com o sítio, tudo ouvia e via com toda a atenção e sentia-se feliz. Foram até ao lago beber água pura e fresca e puderam ver patos que nadavam, pássaros que esvoaçavam e até viram um coelho a fugir apressado para a sua toca. Para o almoço o Basílio apanhou umas minhocas e o Pimpão achou o sabor delicioso, pois nunca tinha comido. E assim aquele primeiro dia no campo passou depressa e, à noite, regressaram ao tronco, à casa do Basílio.

Deitaram-se e começou o concerto em lá menor de toda a bicharada nocturna. A coruja dava pios arrepiantes, os grilos sacudiam os seus corpinhos e saía o seu cri-cri. Um lobo uivava. Ouvia-se, também, o vento nas árvores que assobiava dando música para quem quisesse. O Pimpão dava voltas e voltas sem conseguir dormir.

E assim foi, durante dias e noites seguidas e de manhã tinha que ir procurar comida. O Pimpão estava muito aborrecido e já com saudades do seu “sossego” da cidade… Uma manhã, em eu os dois primos procuravam minhocas, pressentiram uma sombra no ar. O Basílio logo se escondeu porque sabia tratar-se de uma águia, deixando o Pimpão sozinho. A águia dava voltas e voltas e sempre atenta ao ratinho. Este, muito assustado, deu uma grande corrida e lá se conseguiu esconder num buraco e livrar-se da morte certa, no bico da águia.

Ficou de tal maneira arrasado e assustado que resolveu voltar para o seu mundo na cidade. Preferia s barulhos desde que estivesse longe dos perigos do campo. Despediu-se do primo e abalou. Quando chegou ao seu buraquinho, na vivenda, respirou de alívio e nunca mais abandonou  aquele mundo.

 

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publicado por tiaGracinha às 20:03
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